terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aula 3 – Capoeira

Alongamento


Atividade 1 – Faça o que eu faço. 
O professor indica o movimento e os alunos realizam. Combina-se os movimentos de ataque e defesa da capoeira


Atividade 2 – Em duplas
Os dois alunos fazem o movimento de AU (simulando a entrada na roda de capoeira), um realiza o movimento de defesa (Cocorinha) e o outro uma meia lua conjugada a meia lua de compasso.



Depois repetem os movimentos, e o aluno que irá fazer o ataque, realiza somente a meia lua de compasso.

Em seguida o aluno que está fazendo a defesa é que escolhe o movimento  de ataque do companheiro.



Atividade 3 – Movimentação de ataque utilizando as mãos
Telefone (tapão) – Para-se na base, e com um movimento rápido utilizando as duas mãos, pressiona elas na altura da orelha do companheiro


Telefone com cabeçada (Ataque e Defesa) – Para se defender do movimento anterior, utiliza-se a cabeçada,podendo atingir a cabeça do companheiro ou o peito

















Atividade 4 – Tesoura com role.
Progressão pedagógica para a tesoura.
Movimento realizado no chão. O companheiro, parado na base, e quem for realizar o movimento deita de lado, colocando uma perna na frente e a outra atrás (como se as pernas fossem uma tesoura e o colega fosse o papel a ser cortado).


Com a perna da frente, força o movimento para que o companheiro caia. Ao cair, realiza com movimento de role e completa com uma joelhada.


Atividade 5 – Caranguejo (Defesa)

Progressão pedagógica.
Utiliza um jogo de oposição  para ensinar o movimento, onde as crianças não podem encostar o bumbum no chão e devem tentar derrubar o colega, utilizando somente as mãos para puxar a mão e a perna do colega.



Após aprender o movimento,  agrega-se ele aos demais movimentos já aprendidos anteriormente.



Atividade 6 – Ponte
Progressão pedagógica.
Com o auxilio de colega agachado, quem for realizar o movimento deve sentar nas costas do colega e colocar as mão atrás.



Após perder o medo , arruma-se a posição da mão da criança e antes dela deitar colocando a mão para trás, pede-se para ela fazer o movimento do tchau.



O próximo passo é fazer a criança começar a tirar os pés do chão.



Ao conseguir fazer o movimento,  o colega que esta agachado auxiliando no apoio das costas, deve sair  e deixar a criança em posição de ponte.


Ao final, em grupos de três pessoas, um fica agachado, um realiza o movimento e o outro auxilia na jogada das pernas para voltar a posição em pé.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A capoeira e sua história


OS NEGROS NO BRASIL

A história da capoeira está intimamente ligada à história dos negros no Brasil. Quando os europeus aqui chegaram, necessitaram encontrar mão-de-obra barata para a exploração das terras. Os indígenas, de imediato capturados, reagiram à escravidão e não suportaram os maus-tratos a que foram submetidos. Os colonizadores precisaram, então, buscar nova mão-de-obra escrava, e para isso trouxeram negros da África.


De acordo com os pesquisadores Arnt e Banalume Neto (1995, p. 36),

Os escravos eram vendidos por chefes de tribos inimigas ou 
como em Angola, os próprios portugueses invadiam o 
interior seqüestrando o que chamavam de ‘peças da Índia’.

Petta (1996, p. 51), em seu artigo O jeito brasileiro de ir à luta, comenta:

estudiosos afirmam que por volta de 1550 é que os primeiros escravos
 africanos começaram a desembarcar no Brasil, oriundos de 
diferentes tribos, trazendo seus costumes, suas culturas.

Já Oliveira (1989, p. 21), também conhecido por Mestre Bola Sete, em seu livro A Capoeira Angola na Bahia, afirma que

Os primeiros escravos africanos a chegarem no Brasil e os que vieram em
maior número foram os negros bantos, eram naturais de Angola.


OS ESCRAVOS E A CAPOEIRA

Sobre a verdadeira origem da capoeira, muitas são as divergências existentes entre os pesquisadores.
Um dos motivos que contribuiu para dificultar o conhecimento sobre a origem da capoeira é salientado por Mello (1996, p. 29), que afirmou:
Ruy Barbosa, quando ministro da
Fazenda, com o argumento de apagar a
história negra da escravidão, mandou
incinerar uma vasta documentação
relativa a esse período.

Para alguns autores, estudiosos do assunto, a capoeira foi uma invenção do negro na África, onde existia como forma de dança ritualística. Mais tarde, com o processo do colonialismo brasileiro e com a chegada dos negros escravos originários da África, aqui a capoeira apareceu como forma de defesa pessoal dos escravos contra seus opressores do engenho (SANTOS, 1990, p. 19).
Na visão de Pastinha (1988, p. 26): “Não há dúvida que a capoeira veio para o Brasil com os escravos africanos”. Para Marinho (1956) não existem dúvidas de que a capoeira foi trazida para o Brasil pelos negros africanos bantos procedentes, principalmente, de Angola.
Para outros pesquisadores, estudiosos da cultura afro-brasileira, africana e historiadores, a capoeira surgiu no Brasil por um processo de aculturação em prol da liberdade humana da raça negra escravizada pelos dominantes da época do Brasil colonial (SANTOS, 1990, p. 19).
Para Areias (1983), como os escravos africanos não possuíam armas para se defender dos inimigos, - os feitores, os senhores de engenho -, movidos pelo instinto natural de preservação da vida, descobriram em si mesmos a sua arma, a arte de bater com o corpo, à semelhança das brigas dos animais, suas marradas, coices, saltos e botes. Aproveitaram ainda suas manifestações culturais trazidas da África, suas danças, cantigas e movimentos. Dessa forma nasceu o que hoje chamamos de capoeira.



OS ESTILOS DE CAPOEIRA

Capoeira (1985) menciona que existem vários estilos de capoeira, mas os únicos de fundamento são a tradicional angola e a regional de Bimba.
Capoeira Angola Capoeira (1998) diz que na Academia de Pastinha se praticava o estilo tradicional, denominado Capoeira Angola.

Em seu livro Capoeira Angola, Pastinha (1988, p. 27) asseverou:

O nome Capoeira Angola é
conseqüência de terem sido os escravos
angolanos, na Bahia, os que mais se
destacaram na sua prática.

Pastinha (1988, p. 28) acrescenta ainda que:

A Capoeira Angola se assemelha a
uma graciosa dança onde a ‘ginga’
maliciosa mostra a extraordinária
flexibilidade dos capoeiristas. Mas,
Capoeira Angola é, antes de tudo,
luta e luta violenta.

Oliveira (1989, p. 179), em seu livro A Capoeira Angola na Bahia, afirma:

O mestre angoleiro procura passar para
o seu discípulo o culto aos rituais e
preceitos existentes na capoeira angola
e ao mesmo tempo prepará-lo para
defender-se sem interferir no seu
potencial de criatividade, dotando-o de
uma grande dose de malícia, baseada na
calma e na velocidade.

Capoeira Regional

Almeida (1994) fez constar que Bimba aproveitou-se de uma antiga luta existente na Bahia, chamada ‘Batuque’ - da qual seu pai era campeão -, da capoeira e do seu gênio criativo para criar um novo estilo a que chamou de Capoeira Regional.

Bimba disse no livro, A Saga de Mestre Bimba, de Almeida (1994, p. 17):

Em 1928 eu criei, completa, a
Regional, que é o Batuque misturado
com a Angola, com mais golpes, uma
verdadeira luta, boa para o físico e para
a mente.

Sobre a criação da Capoeira Regional, Vieira (1998, p. 1) afirma:

Quando a Regional surgiu, já existia
uma tradição consolidada na capoeira,
principalmente nas rodas de rua do Rio
de Janeiro e da Bahia.

Capoeira (1998, p. 52) ressalta que Com a academia de Bimba começa uma nova época: a capoeira vai atrair a classe média e a burguesia de Salvador.
Antes disto, a capoeira (na Bahia) era praticada exclusivamente pelos africanos e seus descendentes, ou seja: as classes economicamente pobres.

Para Capoeira (1998, p. 52),

O método de ensino, os novos golpes e
a nova mentalidade, somados ao fato de
a maioria dos alunos de Bimba
pertencer à classe média, com outros
valores, fez com que a regional de
Bimba se diferenciasse muito da
capoeira tradicional.

OS MESTRES DA CAPOEIRA

Mestre Pastinha

Vicente Ferreira Pastinha, conhecido como Mestre Pastinha, nasceu no dia 5 de abril de 1889, na cidade do Salvador. Oliveira (1989, p.32) informa que Pastinha era filho do espanhol José Señor Pastinha e de uma negra baiana chamada Raimunda dos Santos.
Sobre o aprendizado de Mestre Pastinha, Capoeira (1998, p. 54) disse que foi iniciado, ainda menino, por um negro de Angola chamado Benedito,que constantemente via o menino apanhar de um garoto mais velho.

Capoeira (1998, p. 55) afirma:

Pastinha abriu sua academia alguns
anos depois da de Bimba, e lá praticava
o estilo tradicional que, para diferenciar
da regional, ele passou a chamar de Capoeira Angola. 

Oliveira (1989, p. 32) disse que Mestre Pastinha “foi considerado pelos mestres mais
famosos de sua época, o mais perfeito lutador de capoeira Angola da Bahia”.




Mestre Bimba

Manoel dos Reis Machado, conhecido como Mestre Bimba, nasceu aos 23 de novembro de
1900, no bairro de Engenho Velho, Freguesia de Brotas, em Salvador, Bahia.

Almeida (1994, p. 15) conta que,

Aos 12 anos de idade, Bimba, o caçula
de D. Martinha, iniciou-se na capoeira,
na Estrada das Boiadas, hoje grande
bairro negro Liberdade. Seu mestre foi
o africano Bentinho, Capitão da
Companhia de Navegação Bahiana.

Almeida (1994, p. 16) relata que após algum tempo na capoeiragem, Bimba:

começou a sentir que a capoeira, que
ele praticava e ensinou por bom tempo,
tinha se folclorizado, [...], que a
utilizavam para exibições em praça e,
por ter eliminado seu movimentos
fortes, mortais, deixava muito a desejar
em termos de luta.

Capoeira (1985, p. 48) afirma que:

Manoel dos Reis Machado [...] foi um
dos maiores capoeiristas de seu tempo.
Excelente jogador, lutador perigoso,
excepcional e criativo tocador de
berimbau, cantor de mão cheia, era
homem de personalidade forte e
marcante.

Capoeira (1985, p. 48), conta que Bimba Abandonou as rodas de capoeira angola de sua época e abriu sua academia por volta de 1930 e passou a ensinar a sua modalidade de capoeira que foi chamada de ‘regional’.
Vieira (1998, p. 2) disse que, com o aparecimento de Mestre Bimba, iniciou-se a divisão do universo da capoeira em duas partes, em que uns se voltaram para a preservação das tradições e outros procuraram desenvolver uma capoeira mais rápida e direcionada para o combate.




Sequência de aprendizagem dos Movimentos do Mestre Bimba


ELEMENTOS RITMICOS DA CAPOEIRA

Instrumentos

A capoeira, sabe-se, é a única luta brasileira que utiliza instrumentos musicais. As rodas de
capoeira são ritmadas pelo toque de instrumentos e pelas palmas dos capoeiristas.
Segundo Rego (1968, p. 70), o acompanhamento musical da capoeira, desde os primórdios até nossos dias, “já foi feito pelo  berimbau, pandeiro, adufe, atabaque, ganzá ou reco-reco, caxixi e agogô”.
Mestre Pastinha (1988, p. 36) afirma: “os instrumentos que compõem o conjunto são: berimbau, pandeiro, reco-reco, agogô, atabaque e chocalho”.


FONTE: FONTOURA. Adriana R. R. GUIMARÃES. Adriana C. de A. HISTÓRIA DA CAPOEIRA. 
Disponível em: eduem.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/download/.../2553






Perda rápida de peso



REDUÇÃO DE MASSA CORPORAL EM ATLETAS DE LUTAS

Sabe-se que a redução da massa corporal dias antes da competição é uma prática bastante comum entre lutadores de diversas modalidades como judô, jiu-jítsu e luta olímpica, uma vez que a classificação dos atletas nas categorias está relacionada aos níveis de massa corporal (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007; LUCENA e COLABORADORES, 2009).
Através deste processo muitos atletas beneficiam-se ao conseguir competir em categorias mais leves e com adversários menores e mais fracos (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). STEEN e BROWNELL (1990) relatam que 41% dos norte-americanos praticantes de luta olímpica perdem de 5 a 9,1 Kg em uma semana durante toda a temporada. Alguns atletas chegam a reduzir 22,7 Kg, enquanto outros chegam a diminuir a massa corporal aproximadamente sessenta vezes durante toda a temporada. Estudos indicam que o comportamento da perda de massa corporal em judocas brasileiros tende a ser semelhante em relação ao dos lutadores norte-americanos (ARTIOLI e COLABORADORES, 2006).
Apesar dos benefícios citados no parágrafo anterior, sabe-se que os procedimentos utilizados para este fim podem colocar em risco o desempenho e a saúde do atleta (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). Entre as estratégias mais utilizadas para a redução nos níveis de massa corporal, encontram-se: restrição calórica severa, realização de exercícios intensos e desidratação (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). Esta última é conseguida através da restrição na ingestão de líquidos, uso de saunas e pela prática do exercício físico em ambientes quentes com ou sem roupas de plástico e borracha (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). A indução do vômito e a ingestão de laxativos e diuréticos também são estratégias bastante adotadas (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007; LUCENA e COLABORADORES, 2009).
Sendo assim, a queda brusca nos níveis de massa corporal pode reduzir a força muscular, causar prejuízos nos processos que envolvem a manutenção da temperatura corporal, diminuir os estoques de carboidrato no organismo (FABRINI e COLABORADORES, 2010) e promover a redução na quantidade de eletrólitos (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). O estado de humor e a capacidade de concentração do atleta também são fortemente atingidos (LUCENA e COLABORADORES, 2009). Todos estes fatores contribuem para a queda do desempenho durante a luta. Apesar dos fatores citados acima poderem afetar negativamente o desempenho, muitos atletas conseguem manter o desempenho mesmo com redução da massa corporal, provavelmente devido ao elevado nível de treinamento e experiência (ARTIOLI e COLABORADORES, 2006).
Outra situação bastante importante é o rápido ganho de massa corporal ocorrido após a pesagem oficial, uma vez que esta é realizada anteriormente a luta (LUCENA e COLABORADORES, 2009), na maioria das vezes num período entre três e vinte horas (ARTIOLI e COLABORADORES, 2006). Desta forma, existe um constante ciclo de perda e ganho de massa corporal durante várias vezes ao ano, uma vez que os atletas participam de várias competições ao longo da temporada. O rápido ganho nos níveis de massa corporal ocorrido após uma brusca redução deve-se a uma maior eficiência do organismo na utilização e armazenamento de energia, sendo que também parece existir uma redução no metabolismo em repouso (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). Esta redução torna as próximas diminuições cada vez mais difíceis, sendo necessárias restrições calóricas mais severas para que a queda na massa corporal continue ocorrendo. É possível que ocorra um aumento nos níveis de gordura corporal após o retorno a massa corporal habitual, sendo que esta pode acumular-se mais na região abdominal (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). Este fator pode predispor o indivíduo a problemas cardiovasculares, como a hipertensão (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). Conforme citado no parágrafo anterior, o desempenho pode ser afetado negativamente pela redução na massa corporal, mas fatores como alimentação e tempo de recuperação após a pesagem podem amenizar a redução na performance.
Existem evidências de que a recuperação da massa perdida durante o período de tempo entre a pesagem oficial e a luta possa influenciar positivamente o desempenho. No entanto, HORSWILL e COLABORADORES (1994) não demonstraram influencia positiva entre o ganho de massa corporal e a melhoria no desempenho, destacando a necessidade de mais estudos para esclarecer a relação entre a massa corporal recuperada e a performance na luta.
Sendo assim, torna-se necessário sugerir medidas para minimizar o problema da rápida redução da massa corporal em atletas de luta. Como recomendação prática pode-se sugerir dietas balanceadas para perda gradual de massa corporal ao invés da redução rápida para que não ocorra queda no desempenho (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). Aumentar a quantidade de categorias de peso, a verificação do nível de hidratação dos atletas antes da competição e a redução de tempo entre a pesagem e a luta podem ser estratégias interessantes para evitar uma queda brusca na massa corporal (ARTIOLI e COLABORADORES, 2007). ARTIOLI e COLABORADORES (2006) relatam que a perda de 1 quilo por semana é ideal para que o atleta não coloque em risco a sua vida e prejudique o seu desempenho. É extremamente importante que o atleta tente reduzir os níveis de massa corporal fora do período competitivo, utilizando o exercício físico e a dieta bem planejada (FABRINI e COLABORADORES, 2010).
Portanto, verificar a prevalência dos métodos utilizados para a redução na massa corporal pode auxiliar treinadores e nutricionistas no intuito de estabelecer estratégias para uma redução mais gradual da massa corporal, propiciando melhoria no rendimento e uma maior proteção à saúde dos lutadores. Mudanças simples nas regras em conjunto com programas alimentares adequados podem minimizar os problemas relacionados à queda rápida na massa corporal.

Referências Bibliográficas

(STEEN e BROWNELL, 1990) – Patterns of weight loss and regain in wrestlers: has the tradition changed? – Medicine and Science in Sports and Exercise.
(HORSWILL e COLABORADORES, 1994) – Influence of rapid weight gain after the weigh-in on success in collegiate wrestlers – Medicine and Science in Sports and Exercise.
(ARTIOLI e COLABORADORES, 2006) – Perda de peso em esportes de combate e domínio: revisão e recomendações aplicadas – Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano.
(ARTIOLI e COLABORADORES, 2007) – Magnitude e métodos de perda rápida de peso em judocas de elite – Revista de Nutrição de Campinas.
(LUCENA e COLABORADORES, 2009) – Métodos e estratégias utilizadas para perda de peso pré-competição em lutadores de boxe – Revista Brasileira de Nutrição Esportiva.
(FABRINI e COLABORADORES, 2010) – Práticas de redução da massa corporal em judocas nos períodos pré-competitivos – Revista Brasileira de Educação Física e Esporte.

FONTE: Brunno Arnaut. CREF: 051334-G/SP
Disponível em 
http://news.slnutrition.com/2011/02/reducao-da-massa-corporal-em-atletas-de-luta/

Em aula foi discutido:



  • Vantangens


  • Métodos

- jejum / desidratação
- h20 destilada
- saunas
- banheira de sal
- diurético /Laxante
- exercícios/ sacos plásticos

  • Recuperação

- Reidratação (oral/Venosa)

  • Incentivadores - Treinadores e Colegas (começam a perda de peso com 12 anos de idade)


  • Prevenção
  • Orientação
  • Competição (Mudança de categoria/ Pesagem na prova)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aula 2 - Capoeira


 Aquecimento:
Jogar a bexiga para cima em deixar cair, variando os movimentos. Em crianças a atividade é adequada pois trabalha percepção temporal, corporal, espacial além de força e potência muscular.



Atividade 1 - Jogar a bexiga para cima e fazer duas gingas, depois acrescentar os movimentos de perna.





Atividade 2 - Em duplas, gingando e trocando a bexiga



Atividade 3 - Progressões pedagógicas ao floreios ( Mestre Bimba - Capoeira regional)

1) AU

AU de Bebê ( CHO CO LA TE)



AU



AU com uma mão
AU sem mão

2) Beija  Flor 


Bebê (uma mão no chão e retirando uma perna chutando para cima)
Normal (Uma mão no chão com uma perna flexionada e a outra esticada)
Grande (Uma mão no chão e retira as duas pernas do chão)

3)  Parada de mão

- Elefantinho




Parada de mão na parede



- Parada de mão 


4) Quexada



5) Esquiva Lateral



6) Macaquinho


Agachado coloca-se a mão no chão atras do corpo, impulsionando a perna caindo pela lateral.


Ao final da aula foi feito uma grande roda 

domingo, 4 de novembro de 2012

Aula 1 - Capoeira

Atividade 1 - Aquecimento
"Pega-Pega Capitão do Mato"



O aluno que for pego deverá fazer uma cocorinha e para ser salto o colega deverá realizar o movimento de meia lua

Atividade 2 - Iniciação a Ginga



Com um giz, desenha-se um triângulo e realiza o movimento sobre ele, sempre colocando o braço contrário a perna. Já utiliza o ritmo para efetuar o movimento. Inclui-se também os movimento de meia lua e armada. 



Atividade 3 
Em duplas será aplicado todos os movimentos aprendidos anteriormente, de acordo com o ritmo do berimbau.







Atividade 4 - Iniciação ao AU
Método do chocolate ( 4 tempos)







Atividade 5 - iniciação a Armada
Ginga, posiciona-se lateralmente, roda o tronco sem tirar os pés da posição lateral, eleva a perna passando pela frente e depois por traz.



Atividade 6 - Roda Individual
Para demostrar aos colegas o que aprendeu durante a aula.




Ao final há uma conversa sobre os materiais utilizados:
- Berimbau
- Cachichi
- Pandeiro
- Atabaque

Importância do Ritmo e das músicas para as crianças.

Para fechar uma grande roda ao ritmo do berimbau e das palmas.





Aula 4 - Karatê

PERIODIZAÇÃO

A tabela abaixo mostra um ciclo para treinamento, envolvendo a fase preparatória, competitiva e de recuperação.

GERAL
(RML)
ESPECÍFICO
(Força Máxima)
PRÉ COMPETIÇÃO
(potência e volecidade)
COMPETIÇÃO
RECUPERAÇÃO
PREPARATÓRIO
COMPETITIVO

Exemplo de treinamentos para o período inicial do treinamento 

- Pliometria
    Baixa (abaixo da linha do joelho):

Salto com pés juntos















Salto Alternando Direita e esquerda

Salto Lateral



 Média (Altura do Joelho)



Alta (acima da linha do quadril)



    
   


Aula 3 - Karatê



Atividade 1 - Alongamento


Atividade 2 - Aquecimento
Correr em duplas e ao sinal da professora formam-se quartetos para realização de movimentos de ataque e defesa.

Atividade 3 - Luta Combinada

Individualmente realizando os movimentos de ataque e defesa




Em deslocamento ( um realiza os movimentos de ataque e o outro os movimentos de defesa)


Atividade 4 - Kata (heian shodan)

Individualmente com movimentos gerais de perna.

 
Depois foi inserido movimentos de braço.


 
 



Atividade 5 - Criação de Katas em grupo.